Revista CadernoS de PsicologiaS

Futuro impossível dos afetos: um olhar a partir de Byung Chul Han

Horácio Goes Amici
Mestrando do Programa de Psicologia Escolar e do Desenvolvimento Humano - USP

Psicólogo (CRP – 06/144678) - E-mail: horacio.amici@usp.br;

#Inquietações_teóricas

Resumo: Foucault descreveu as sociedades disciplinares e abriu caminhos para Deleuze teorizar sobre as ‘sociedades de controle’. Han avança essa discussão, propondo que a contemporaneidade seria marcada por um tipo de ‘sociedade de controle digital’, caracterizada pelos conceitos de Psicopoder, do Big Data e também por um uso da afetividade enquanto estratégia de dominação para a reprodução (infindável) do capital. Esse artigo objetiva descrever a importância da dimensão do afeto para Han. A metodologia se baseia na revisão bibliográfica da obra de Han, passando por conceitos de Foucault e Deleuze. A ideologia neoliberal baseada na crença absoluta na liberdade individual só se efetiva no campo social a partir de uma autoexploração subjetiva, a partir da afetividade. A valorização da discursividade sobre os afetos, tão cara à Psicologia nos diferentes campos de atuação e pesquisa, tem, com a obra de Han, uma nova dimensão a partir da qual ser percebida.

Palavras-chave: sociedade de controle digital, Byung Chul Han, afetividade.

THE (IM)POSSIBLE FUTURE OF AFFECTIONS: CONSIDERATIONS ABOUT BYUNG CHUL HAN’S THOUGHT

Abstract: Foucault described disciplinary societies and paved the way for Deleuze to theorize about ‘control societies’. Han progresses in this discussion, proposing that contemporaneity would be constituted by ‘digital societies of control’, which would be characterized by concepts as Psychopower, Big Data and also by the use of affectivity as a strategy of domination for the (endless) capital reproduction. This article aims to describe the importance of the affection domain for Han. The methodology is based on the bibliographic review of Han’s work, passing through Foucault and Deleuze’s concepts. The neoliberal ideology based on the absolute belief in individual freedom is actualized in the social sphere only through subjective self-exploration, through affectivity. The appreciation of discourses about affections, so dear to Psychology as a profession and a field of knowledge, acquires, with Han’s work, a new dimension from which to be perceived.

Keywords: digital society of control, Byung Chul Han, affections.

FUTURO (IM)POSSIBLE DE LOS AFECTOS: UNA MIRADA DESDE BYUNG CHUL HAN

Resumen: Foucault describió las sociedades disciplinarias y allanó el camino para el estudio deleuziano de las “sociedades de control”. Han continúa con esta discusión, proponiendo que la contemporaneidad estaría marcada por ‘sociedades de control digital’, caracterizadas por los conceptos de Psicopoder, Big Data y también por un uso de la afectividad como estrategia de dominación para la reproducción del capital Este artículo tiene como objetivo describir la importancia de la dimensión del afecto para Han. La metodología se basa en una revisión bibliográfica de la obra de Han, pasando por conceptos de Foucault y de Deleuze. La ideología neoliberal centrada en la creencia absoluta en la libertad individual sólo es efectiva partir de una autoexploración subjetiva, basada en la afectividad. Los discursos sobre los afectos, tan caros a la Psicología en sus diferentes campos profesionales y de investigación adquiere, con Han, una nueva dimensión a partir de la cual ser percibida.

Palabras clave: sociedad de control digital, Byung Chul Han, afectividad.

Introdução

Byung Chul Han nasceu na Coreia do Sul em 1959. Estudou Metalurgia na Universidade de Seul e, com 26 anos, mudou-se para a Alemanha, onde estudou Filosofia na Universidade de Friburgo e Literatura e Teologia Alemã na Universidade de Munique. Fez sua Tese de Doutorado na Universidade de Friburgo, cujo tema era a fenomenologia existencial de Heidegger. Desde 2012, é professor de Filosofia e Estudos Culturais na Universidade de Artes de Berlim. 

Na sua obra, além de dialogar com Heidegger, também toma como base aspectos do pensamento de Sartre, Foucault e Deleuze. Talvez seus livros mais conhecidos hoje no Brasil sejam Sociedade do Cansaço (2017) e Sociedade da Transparência (2017), ambos fundamentais para a escrita deste artigo. Han é um autor que trata de questões muito atuais, principalmente dos aspectos do neoliberalismo que estão presentes na vida digital e de como o próprio meio digital também corrobora com práticas tão próprias ao neoliberalismo.

O afeto aparece em sua obra como um conceito fundamental, uma vez que atravessa várias das proposições teóricas do autor, como os conceitos de Psicopolítica (Han, 2018b), Panóptico Digital (Han, 2017b, 2018a, 2018b), Sociedade de controle digital (Han, 2018b), como também suas considerações sobre o Big Data (Han, 2018a, 2018b).

Para apresentar esse conceito, o presente artigo percorrerá as concepções de poder para Foucault e Deleuze, discussões que serviram como base para que Han propusesse o conceito de Sociedade do Controle Digital. Esse percurso dará embasamento teórico para se entender com mais profundidade aquilo que o autor concebe enquanto afeto.

A metodologia deste artigo se baseia na revisão bibliográfica de textos centrais da obra de Byung Chul Han, como também de bibliografia acerca dos conceitos de poder para Foucault e Deleuze.

O poder através do tempo

Foucault (1979) descreve as sociedades de soberania e as localiza historicamente com as formas de poder predominantes até os séculos XVII e XVIII. 

Seriam caracterizadas por dispositivos de poder ligados à questão da terra e dos produtos, em que a extração de bens e riquezas dependia dos corpos, dos quais eram extraídos tempo e trabalho, por meio de taxas e obrigações (Paniago, 2007). Um tipo de poder atrelado à existência física do soberano, que ainda não contava com sistemas de vigilância contínuos (Foucault, 1979). 

Já o conceito de Sociedade Disciplinar é uma elaboração de Foucault para explicar a configuração do poder nas sociedades europeias no período de ascensão do capitalismo, a partir da queda do poder monárquico (Foucault, 1979). Seriam sociedades marcadas por um exercício de um poder externo (Biopoder), que controla, prende, separa, vigia e pune os indivíduos, a partir dos corpos. O Biopoder apresenta-se em dois eixos: as disciplinas – o governo do corpo dos indivíduos – e a Biopolítica – o governo das populações (Castro, 2017). 

O poder disciplinar se caracterizaria por seu aspecto negativo: imposição, restrição, disciplina. Seria caracterizado por instituições como a prisão, a fábrica, o hospital, que representariam grandes meios de confinamento. Há uma figura centralizadora que governaria os corpos e as populações nessas instituições, como o professor e o diretor na escola, o médico no hospital, o dono da fábrica, que representariam uma autoridade disciplinar.

Para ilustrar esse tipo de poder pela negatividade, Foucault (2004) recorre à imagem do Panóptico, descrita pelo filósofo e jurista do século XVIII, Jeremy Bentham.

Bentham descreveu o panóptico como um modelo arquitetônico em forma de anel com uma torre ao centro, em que o olhar se distribuiria no espaço de forma perspectivista (a partir de um único ponto): dentro da torre, um sujeito teria a possibilidade de visão de todo o anel, sendo capaz, então, de vigiar e disciplinar todos os corpos. 

No final de sua obra, Foucault foi percebendo que o modelo das sociedades disciplinares não dava mais conta de explicar fenômenos próprios ao neoliberalismo (Castro, 2017). 

Deleuze (1992), então, propôs o conceito de Sociedade de Controle. Diferentemente das sociedades disciplinares, em que os corpos seriam disciplinados por um poder que viria de fora, as sociedades de controle se caracterizariam por um controle muito mais sutil e imperceptível. Ao invés da figura da fábrica disciplinadora, surgiria a empresa, a partir da qual os sujeitos não seriam disciplinados pela negatividade, mas por modulações.

O controle remeteria a  ‘trocas  flutuantes’, não mais  a  um  tipo de  disciplina ortopédica, tão ligada ao limite dos corpos, mas a uma continuidade sem fim. Deleuze (1992) fala da formação permanente  substituindo a escola, do controle  contínuo  substituindo  os exames pontuais. Fala do marketing como uma estratégia do capitalismo que representa um controle social de curto prazo e de rotação contínua. 

O autor aponta a correlação entre o modelo das sociedades de controle e o capitalismo de sobre-produção: não é mais a vigilância da produção fabril que imperaria, mas o controle permanente e sutil que permeia as relações do tipo empresariais (Deleuze, 1992). 

Byung Chul Han (2018b), a partir das discussões trazidas por Deleuze e considerando os aspectos contemporâneos ligados à virtualidade, fala de uma Sociedade de Controle Digital. Ao invés do imperativo das negatividades e do Biopoder, Han aponta que as sociedades contemporâneas seriam marcadas, principalmente, por um excesso de positividades (Han, 2009, 2017b, 2017c).

No lugar de um Biopoder, que disciplina os corpos e as populações, Han (2018a) vai falar de um Psicopoder, um controle dos sujeitos a partir da psique e dos afetos. Também traz um outro aspecto característico desse tempo permeado por positividades: a Transparência (Han, 2017b). O discurso neoliberal se sustentaria, contemporaneamente, a partir de uma valorização quase absoluta da liberdade e de um fim da privacidade. 

Han (2018b) discorre também sobre o Big Data, um armazenamento infindável de informações no meio digital: consequência e também instrumento do neoliberalismo contemporâneo. Tudo o que é feito no campo virtual é registrado enquanto informações tanto individuais quanto coletivas, sendo então operacionalizadas pelo algoritmo.

Os conceitos de Han

Apesar de já terem sido trazidos brevemente alguns conceitos de Han para evidenciar a sua perspectiva sobre o poder contemporâneo, neste item será feito um aprofundamento de alguns deles: conceitos que parecem ser chave para se compreender de forma mais apropriada aquilo que ele chama de afeto.

Nesse sentido, o conceito de Psicopoder parece fundamental. Han (2018b) define a Psicopolítica neoliberal como uma técnica de dominação que estabiliza e reproduz o sistema dominado por meio de uma programação e de um controle psicológico. Aqui cabe novamente a distinção que ele faz entre Biopoder (que disciplina os corpos) e de Psicopoder (que seria o controle das psiques). 

A dominação psicopolítica seria marcada por palavras de ordem do tipo: ‘motivação’,  ‘projeto’,  ‘competência’, ‘otimização’ – o que comporia  aspectos do que  Han chama de ‘sujeito do rendimento’ (Han, 2018a, 2019). Na linha do que propõe Deleuze, Han (2017c) fala desse caráter sutil, flutuante e difuso do poder nas sociedades de controle, muito diferente do poder disciplinar descrito por Foucault.

Outro apontamento importante que Han traz sobre o Psicopoder é que ele seria mais eficiente que o Biopoder, uma vez que possibilitaria vigilância, controle e influência não mais a partir de um poder localizado fora em uma autoridade, mas a partir de dentro do próprio sujeito – o que ele nomeia de autoexploração (Han, 2017a, 2018a, 2018b). 

Outro aspecto importante são as considerações que Han faz sobre o meio digital em sua obra. Ele aponta que a era do digital seria marcada pela crença absoluta na mensurabilidade e na quantificabilidade da vida, caracterizando o que ele chama de Quantifed Self (2018b). Tudo se converteria em dados e informação, e começaria a se operar, assim, uma espécie de totalitarismo digital – que seria o próprio funcionamento do Big Data e do algoritmo.

O Big Data, pela sua capacidade de armazenamento de dados quase que infindável, permite que sejam feitos prognósticos sobre o comportamento humano, tornando o futuro previsível e controlado, a nível individual e também coletivo. O Big Data também seria marcado por uma dinâmica veloz e por uma memória absoluta (Han, 2018b).

O Big Data teria potência de “tornar legíveis aqueles desejos que nem nós mesmos temos como conscientes”, compondo o que Han chama de um Inconsciente Digital (Han, 2018b): e é a partir disso que a Psicopolítica tem possibilidades de atuar no mais profundo da psique a ponto de explorá-la. 

Han (2018b) também aponta que o Big Data, ao mesmo tempo que prevê e controla, é cego ante ao acontecimento e ao futuro. Os discursos que se produzem no meio digital carecem de direção e sentido, sendo produzidos cegamente apenas a nível da reprodução infindável do capital.

Han (2017b) traz um paralelo entre o conceito de transparência e o fim das negatividades. A hiperinformação e a hipercomunicação, estratégias da transparência, caminhariam não necessariamente para uma possível verdade,  uma vez que se  direcionam ao

sem-sentido da reprodução do capital. Os discursos que se reproduzem no meio digital seriam, assim, discursos identificados e intencionalmente elegidos pelo algoritmo, discursos que têm potência de servir como parte das estratégias do marketing digital.

Afeto e sentimento

Han (2018b) traz a emoção e o afeto enquanto sinônimos e os diferencia do conceito de sentimento. Os afetos/emoções seriam dinâmicos, imediatos e performativos, enquanto que os sentimentos se caracterizariam por sua durabilidade no tempo e por seu aspecto constatativo. O sentimento, por se sustentar e perdurar no tempo, permitiria a construção de narrativas, diferentemente dos afetos, que seriam marcados pela apresentação de emoções imediatas.

Han (2018b) aponta que o capitalismo de consumo atuaria a partir das emoções, explorando sua dinamicidade e rapidez. Traz como exemplo a ideia de emotional design: a introdução das emoções como maneira de se gerar necessidades e se estimular o consumo.

O afeto seria usado enquanto instrumento para a reprodução do capital, sendo valorizado e estimulado às últimas consequências. A partir desse conceito, Han traz, como exemplo, o fenômeno da valorização (em contextos de educação e de trabalho) das competências emocionais: exige-se dos sujeitos não mais apenas competências cognitivas, mas também possibilidade de performar também a nível das emoções.

Os afetos no contemporâneo e a interface com a Psicologia

Ao definir o conceito de afeto, Han traz considerações importantes sobre as formas de poder na atualidade. Esse enfoque teórico a partir da afetividade abre possibilidades para se (re)pensar a Psicologia tanto enquanto campo do saber, quanto em relação às possibilidades de atuação profissional, sobretudo quando pensamos em fenômenos mais contemporâneos, como a questão da presença cada vez mais contundente da virtualidade no campo social. 

Um primeiro ponto interessante a ser considerado, que o próprio autor traz, refere-se ao fato dos afetos tornarem mais desafiante a constituição das coletividades: na lógica absoluta da liberdade e das positividades, Han (2018b) aponta o quanto os movimentos  coletivos perdem espaço e potência. Os sujeitos, assujeitados ao algoritmo e condicionados a se expressarem a partir dos afetos imediatos, vão engendrando lugares sociais de isolamento e solidão.

É possível, por exemplo, uma comunicação a partir dos afetos nas redes, mas isso não necessariamente implica em uma comunicação que de fato possa ressoar em si mesmo e no outro para além do imediato. Afetos, como já apresentado aqui, não são para Han sentimentos, narrativas subjetivas com possibilidade de diálogo consigo mesmo e com o outro, mas antes expressões performáticas e imediatas que, no Capitalismo de Consumo, convertem-se em meio de produção (Han, 2018b). 

Pensar a questão dos entraves para a constituição das coletividades parece um assunto muito caro à Psicologia, uma vez que a experiência de alteridade não só é constitutiva da subjetividade, mas também um dos elementos centrais para a sustentação dos sujeitos no campo social. O diagnóstico de depressão, reconhecido com um problema prioritário de saúde coletiva, por exemplo, é caracterizado por um conjunto de sintomas associados ao isolamento (Dalgalarrondo, 2000; APA, 2013)

A forma como os discursos sobre os diagnósticos psiquiátricos aparecem no meio digital é outra reflexão que surge frente às discussões que Han traz. A partir disso, pode-se pensar em perguntas do tipo: quais as possibilidades de se discutir Saúde Mental na virtualidade, frente ao Big Data e ao algoritmo? De que forma isso pode operar e em que medida essas discussões são cooptadas pelo algoritmo e pela lógica da reprodução do capital?

Seguindo nessa linha: como, a partir de Han, nos diversos campos de atuação, a Psicologia pode se haver com os diagnósticos tão presentes contemporaneamente como TDAH, Depressão, Ansiedade, Burnout (diagnósticos que Han [2017c, 2018b] relaciona diretamente ao imperativo das positividades e às características do poder próprio das Sociedades de Controle Digital)? 

Os diagnósticos psiquiátricos são produções históricas que revelam não só as formas de expressão do sofrimento próprias ao contemporâneo, como também são descrições a partir do próprio discurso social vigente. Assim, pensar nas formas de poder que se operam na atualidade pode ser uma perspectiva importante para se pensar nos processos de produção tanto das formas de sofrer contemporâneas como nos diagnósticos e intervenções construídos para contorná-los. 

Frente ao imperativo das positividades e dos afetos, que Han aponta de forma tão contundente, em que medida a Psicologia participaria da composição de práticas e saberes que aproximam ou que possibilitam afastamento dos sujeitos em relação ao controle digital? Que espaços de brechas e resistências podem ser construídos? 

Han reflete sobre a valorização cada vez maior das competências emocionais, o que se relaciona diretamente à prática da Psicologia. Han aponta o quanto o discurso que privilegia as emoções, que pode parecer muito humanizado e subjetivamente importante,  pode representar, na verdade, uma operacionalização do Psicopoder. Assim, como entender as demandas por competências emocionais nas práticas ligadas à Educação e ao mundo do trabalho? Quais os limites das exigências feitas à psique? O que cabe à Psicologia frente a essas demandas?

Han, nesse sentido, parece trazer discussões importantes que têm potência de permitir reflexões e novos posicionamentos da prática Psi. Resistência política na atuação profissional, em tempos de meios digitais, é também resistência frente à sutilidade do controle das redes e do algoritmo, a esse poder quase sem nome e sem lugar, difuso e quase invisível – mas radicalmente entranhado no contemporâneo. 

O que pode a Psicologia frente ao Psicopoder e ao absoluto dos afetos? É o que Han parece perguntar quando pensamos a partir do nosso lugar enquanto pesquisadores e profissionais da Psicologia.

Referências

American Psychiatric Association [APA]. (2013). Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders, Fifth Edition (DSM-V). Arlington, VA: American Psychiatric Association.

Castro, E. (2017). Introdução a Foucault. Belo Horizonte: Autêntica Editora.

Dalgalarrondo, P. (2017). Psicopatologia e semiologia dos transtornos mentais. Porto Alegre: Artes Médicas Sul.

Deleuze, G. (1992). Post-scriptum sobre as sociedades de controle. In G. Deleuze. Conversações (pp. 219-226). Rio de janeiro, RJ: Editora 34.

Foucault, M. (1979). Microfísica do poder. Rio de Janeiro: Ed. Graal.

Foucault, M. (2002). Em defesa da sociedade: curso no Collège de France (1974-1975). São Paulo: Martins Fontes.

Foucault, M. (2004). Vigiar e punir: O nascimento da prisão. Rio de Janeiro: Vozes.

Han, B. C. (2009). O que é poder? Petrópolis: Vozes.

Han, B. C. (2017a). A agonia do Eros. Petrópolis: Vozes.

Han, B. C. (2017b). Sociedade da transparência. Petrópolis: Vozes.

Han, B. C. (2017c). Sociedade do cansaço. 2ᵃ ed. Petrópolis: Vozes.

Han, B. C. (2018a). No enxame: perspectivas do digital. Petrópolis: Vozes.

Han, B. C. (2018b). Psicopolítica: o neoliberalismo e as novas técnicas de poder. Belo Horizonte: Ayiné.

Han, B. C. (2019). Bom entretenimento: uma desconstrução da história da paixão ocidental. Petrópolis: Vozes. 

Paniago, M. L. F. S. (2007). Das sociedades de soberania às sociedades de controle. Trabalho apresentado no I Congresso do Curso de História do CAJ. Recuperado de http://www.congressohistoriajatai.org/anais2007/doc%20(39).pdf 

Como citar esse texto

APA – Amici, H. G. (2021). Futuro impossível dos afetos: um olhar a partir de Byung Chul Han. CadernoS de PsicologiaS, 2. Recuperado de https://cadernosdepsicologias.crppr.org.br/futuro-impossivel-dos-afetos-um-olhar-a-partir-de-byung-chul-han/

ABNT – AMICI, H. G. Futuro impossível dos afetos: um olhar a partir de Byung Chul Han. CadernoS de PsicologiaS, Curitiba, n. 2, 2021. Disponível em: <https://cadernosdepsicologias.crppr.org.br/futuro-impossivel-dos-afetos-um-olhar-a-partir-de-byung-chul-han/>. Acesso em: __/__/____ .