Revista CadernoS de PsicologiaS

Inserção do psicólogo no CAPS-AD a partir da residência multiprofissional: relato de experiência.

William de Oliveira Rosa
Residência Multiprofissional em Saúde Mental — (UEPG)

Psicólogo (CRP-08/36334) — E-mail: oliveira.w@outlook.com.br

#Relatos_de_experiência

Resumo: A residência multiprofissional em saúde mental tem importante papel na preparação de profissionais aptos para atuarem no Sistema Único de Saúde (SUS) de maneira ética e orientada pelos princípios norteadores dessa política pública de saúde, na medida em que promove imersão do profissional residente em diversos campos de prática, e a construção de sólida formação teórica. Também, o Centro de Atenção Psicossocial – Álcool e outras Drogas (CAPS-AD), volta-se para o cuidado de pessoas que fazem o uso problemático de substâncias psicoativas, onde os profissionais devem ter clareza quanto aos pressupostos da reforma psiquiátrica, ofertando estratégias de cuidado em liberdade, não reproduzindo o modelo manicomial. O presente trabalho teve como objetivo relato de experiência de atuação do psicólogo no CAPS-AD a partir da residência multiprofissional em saúde mental, com a explicitação das estratégias utilizadas pelo serviço. Ressalta-se os desafios enfrentados pela saúde mental a nível nacional, e a necessidade de um cuidado antimanicomial.

Palavras-chave: residência multiprofissional em saúde; centro de atenção psicossocial; psicologia.

INSERTION OF THE PSYCHOLOGIST IN THE CENTER FOR PSYCHOSOCIAL CARE – ALCOHOL AND OTHER DRUGS FROM THE MULTIPROFESSIONAL RESIDENCE: AN EXPERIENCE REPORT

Abstract: The multiprofessional residency in mental health has an important role in preparing professionals able to work in the Unified Health System (SUS) in an ethical way and guided by the guiding principles of SUS, as it promotes immersion of the resident professional in various fields of practice, and the construction of solid theoretical training. Also, the Center for Psychosocial Care – Alcohol and Other Drugs (CAPS-AD), focuses on the care of people who make problematic use of psychoactive substances, where professionals should have clarity about the assumptions of the psychiatric reform, offering care strategies in freedom, not reproducing the asylum model. The objective of the present work was to report the experience of the psychologist at CAPS-AD from the multidisciplinary residency in mental health, with the explanation of the strategies used by the service. It emphasizes the challenges faced by mental health at the national level, and the need for anti-manicomial care.

Keywords: multiprofessional residency in health; psychosocial care center; psychology.

INSERCIÓN DEL PSICÓLOGO EN EL CENTRO DE ATENCIÓN PSICOSOCIAL – ALCOHOL Y OTRAS DROGAS DESDE LA RESIDENCIA MULTIPROFESIONAL: INFORME DE UNA EXPERIENCIA.

Resumen: Se trata de un relato de experiencia que tiene como objetivo describir la implementación de un proyecto de prevención, realizado por el Centro de Estudios y Defensa de los Derechos de la Infancia y la Juventud (NEDDIJ), en escuelas municipales y estatales, en un medio municipal. El objetivo fue capacitar a profesionales sobre la identificación y manejo de situaciones de violencia contra niños y adolescentes, además de ofrecer un espacio de debate y escucha. Se justifica, considerando el retorno de las actividades presenciales, el aumento significativo del número de violencias y violaciones de derechos, y la dificultad de los profesionales para adaptarse a este escenario pospandemia.

Palabras clave: residencia multiprofesional en salud; centro de atención psicosocial; psicología.

Introdução

O presente estudo procurará discorrer a respeito da inserção do profissional psicólogo no Centro de Atenção Psicossocial – Álcool e outras Drogas (CAPS-AD), a partir da Residência Multiprofissional em Saúde Mental, programa ofertado pela Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG). Assim sendo, faz-se necessário a contextualização inicial tanto da residência multiprofissional, quanto dos serviços CAPS, conforme veremos adiante.

Na década de 1970 houve uma primeira experiência de residência multiprofissional em saúde no país, mas apenas em 2002 foram criados os primeiros programas com apoio do governo federal (Flor, Cirilo, Lima, Souza, & Noro, 2022). Legalmente, a Residência Multiprofissional em Saúde foi instituída através da lei federal nº 11.129/2005. Posteriormente, as Portarias Interministeriais MEC/MS nº 1.077/2009 e 1.224/2012 procuraram estruturar e regulamentar a oferta dos programas de Residência Multiprofissional em Saúde (RMS) no país.

A Residência Multiprofissional em Saúde se caracteriza enquanto um programa de pós-graduação lato sensu de formação em serviço, voltado para as profissões da área da saúde, com duração mínima de 02 (dois) anos, com dedicação exclusiva e carga horária de 60 (sessenta) horas semanais, sendo 80% desse montante prática e os outros 20% teórico-prática e/ou teórico (Cheade, Frota, Loureiro, & Quintanilha, 2013).

O programa de residência multiprofissional em Saúde Mental da UEPG teve início em março/2020, onde ocorreu o pico da pandemia e a decretação de medidas de biossegurança pelas autoridades. Tal circunstância trouxe mudanças na forma de inserção dos residentes à época. Contudo, atualmente na terceira turma do programa, já temos a retomada de atividades grupais e atendimentos sem maiores restrições, a não ser o uso de máscaras.

Quando da inserção dos residentes, na primeira semana do programa foram realizadas atividades de ambientação junto à universidade. Neste momento, realizaram-se os seguintes treinamentos: 1) prática baseada em evidências; 2) orientações para prevenção das infecções relacionadas a assistência à saúde; 3) segurança do paciente; 4) sistemas de informação; e 5) segurança e saúde no trabalho em saúde. Além disso, houve falas da coordenadora da COREMU e reitor da universidade. Por fim, foi realizado um diálogo com a coordenação do programa, a fim de explicitar os pormenores da residência, bem como sanar dúvidas.

O Programa de Residência Multiprofissional em Saúde Mental da Universidade Estadual de Ponta Grossa conta com seis discentes R1 das seguintes profissões: enfermagem, serviço social e psicologia, sendo duas vagas para cada especialidade. Os alunos são divididos em duas miniequipes, com um profissional de cada área, que se revezam entre os serviços. Conta com os seguintes cenários de prática para R1: CAPS-AD e CAPS II. Já para R2, os campos são: Ambulatório de Saúde Mental; CAPS-ij; Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e SAMU 192. Por fim, nos dias em que os serviços não estão em funcionamento (como feriado, por exemplo), os residentes fazem a compensação de carga horária no Hospital Universitário (HU-UEPG) ou no Hospital Universitário Materno-Infantil (HUMAI-UEPG). Assim sendo, ao concluir a formação, o profissional terá passado por oito diferentes serviços, cada qual com sua particularidade, dinâmica e público-alvo.

Quanto ao CAPS, temos que a portaria SAS/MS nº 224/1992 (Brasil, 1992) os tem instituídos no país, de forma a servirem enquanto serviços substitutivos à lógica manicomial, procurando redirecionar o modelo de cuidado, em liberdade e a partir do território dos sujeitos (CFP, 2013).

Nos referidos serviços, há três diferentes modalidades existentes, conforme preconizado pela legislação (Brasil, 2002): CAPS I, II e III, CAPS-i e CAPS-AD I, III e IV (Brasil, 2017). A primeira modalidade (CAPS I, II e III) é voltada ao cuidado de adultos e idosos que possuem transtornos mentais graves e persistentes. A segunda é direcionada para a mesma problemática da anterior, mas realiza o atendimento de crianças e adolescentes. Por fim, o CAPS-AD (I, III e IV) é um serviço para o cuidado de pessoas que fazem uso problemático de álcool e outras drogas. Este serviço será o foco de nossa pesquisa e discussão.

O Conselho Federal de Psicologia, em 2007, através do Centro de Referência Técnica em Psicologia e Políticas Públicas (CREPOP) realizou uma pesquisa nacional a despeito da inserção da categoria profissional nos CAPS. Nesta pesquisa, foi identificado que 13,4% dos psicólogos que atuavam nos Centros de Atenção Psicossocial estavam inseridos na modalidade AD (Conselho Federal de Psicologia, 2013, p. 33). Contudo, não temos dados mais atualizados sobre a inserção da profissão nos serviços.

O cuidado integral da pessoa com problemas decorrente do uso de álcool e outras drogas, pressupõe um deslocamento da noção puramente biológica, para uma compreensão psicossocial, compreendendo o território do sujeito, suas relações interpessoais, e aspectos como a educação, trabalho e renda, políticas públicas etc. (Conselho Federal de Psicologia, 2019). Portanto, a drogadição é um fenômeno complexo e multifatorial, que demanda intervenções em diferentes campos de atuação, exigindo uma compreensão biopsicossocial e espiritual do indivíduo que sofre com tal demanda.

Metodologia

Inicialmente, ao adentrar o CAPS-AD, fez-se necessário uma postura de cartógrafo, isto é, um movimento de deixar o desvelar dos fenômenos do serviço nos mostrar tal como ele é, suspendendo as pré-concepções, tateando os espaços e as pessoas a partir de um olhar único e singular para o que se mostra no ambiente, descobrindo afetos e relações com o sentido de estar-junto (Aun & Morato, 2009).

Pelo exposto, quando procuramos atuar a partir de uma dada realidade, o primeiro passo é nos aproximar dela, conhecendo suas particularidades e nuances; só depois de conhecer é que podemos verdadeiramente pautar nossa prática de maneira crítica. Nesse sentido, o estudo teve como abordagem a pesquisa qualitativa, visto que “considera que há uma relação dinâmica entre o mundo real e o sujeito, isto é, um vínculo indissociável entre o mundo objetivo e a subjetividade do sujeito que não pode ser traduzido em números” (Silva & Menezes, 2005, p. 20). Também, esta abordagem procura entender os fenômenos e seus significados em seu ambiente natural, por meio de análise predominantemente indutiva (Silva & Menezes, 2005). Quanto à natureza, conforme as contribuições de Gerhardt e Silveira (2009), utilizaremos a aplicada, na medida em que “envolve atividades e interesses locais” (Gerhardt & Silveira, 2009, p. 37). Já sobre o objetivo, a pesquisa será de cunho descritivo, pois visa “descrever os fatos e fenômenos de determinada realidade” (Triviños, 1987, citado por Gerhardt & Silveira, 2009, p. 37). Por fim, no procedimento, tomaremos o estudo de caso como norteador do trabalho, considerando que:

Um estudo de caso pode ser caracterizado como um estudo de uma entidade bem definida […]. Visa conhecer em profundidade o como e o porquê de uma determinada situação que se supõe ser única em muitos aspectos, procurando descobrir o que há nela de mais essencial e característico. […] O estudo de caso pode decorrer de acordo com uma perspectiva interpretativa, que procura compreender como é o mundo do ponto de vista dos participantes, ou uma perspectiva pragmática, que visa simplesmente apresentar uma perspectiva global, tanto quanto possível completa e coerente, do objeto de estudo do ponto de vista do investigador (Fonseca, 2002, citado por Gerhardt & Silveira, 2009, p. 39)

Resultados e Discussão

Conforme vimos, a residência multiprofissional em saúde mental é um espaço rico em experiências, que nos leva ao tensionamento da nossa prática na atenção psicossocial, tendo como pressuposto a reforma psiquiátrica (Brasil, 2001), pautado numa visão crítica da realidade que nos cerca.

Pensemos inicialmente na integralidade do cuidado ao usuário a partir da multiprofissionalidade, haja vista que a atuação no CAPS viabiliza ações pensadas pela equipe multiprofissional em prol do usuário, articulando ações e considerando as particularidades de cada saber (Casanova, Batista, & Ruiz-Moreno, 2015). Nesse sentido, é necessário  que se mantenha uma postura de constante aprimoramento profissional, tendo por certo os limites teóricos e técnicos da sua profissão, onde a articulação com os demais saberes deverão dar conta das demandas da população atendida. A multiprofissionalidade exige primeiro um conhecimento teórico e técnico do arcabouço da sua especialidade, entendendo o modo como ela poderá contribuir para o cuidado do usuário. Num segundo momento, é preciso conhecer as particularidades das demais profissões, de forma a articular ações buscando um cuidado integrado, para o melhor atendimento da população.

Outro ponto a ser destacado é uma importante estratégia que vem sendo desenvolvida no serviço, denominada GECP – Grupo de Estratégias, Convivência e Projeto Terapêutico Singular. Este tem por objetivo o desenvolvimento de estratégias de reabilitação psicossocial (Saraceno, 2016), a saber: convivência entre os usuários e familiares do serviço, estratégias para enfrentamento de vulnerabilidades e identificação de fatores de risco e proteção, e a construção/revisão do Projeto Terapêutico Singular (Chiaverini, 2011), isto é, a estrutura de cuidado planejada entre equipe e usuário, de maneira a considerar as potencialidades e vulnerabilidades dentro de cada caso atendido pelo serviço.

Considerando o cuidado em liberdade conforme Basaglia (Amarante, 2007), o GECP pauta-se em estratégias extramuros, utilizando-se do território dos sujeitos como potência para transformação do modo de cuidar. Ou seja, os encontros ocorrem em locais como praças, centros de convivência, locais turísticos, agências de emprego, entre outros. Assim sendo, procura-se ir para além das ações dentro do espaço delimitado do CAPS-AD, indo ao encontro do território das pessoas.

Por fim, outra estratégia muito utilizada no serviço é o PTS – atualmente tem sido realizada como parte integrante do GECP. O PTS é entendido como “um conjunto de propostas de condutas terapêuticas articuladas […], resultado da discussão coletiva de uma equipe interdisciplinar” (Brasil, 2007, p. 40). Semanalmente, é realizada a revisão dos projetos terapêuticos singulares, de forma a identificar vulnerabilidades, pontos de intervenção, estabelecimento de metas e objetivos, e demais necessidades de cada caso. Com o acompanhamento semanal, consegue-se ter uma maior proximidade com os usuários, identificando fatores que requerem intervenção por parte dos profissionais. As ações do PTS são planejadas pela equipe multiprofissional, juntamente com os desejos e expectativas expressos pela pessoa atendida. Dessa forma, compartilha-se o cuidado e inclui o usuário no planejamento de seu próprio projeto.

Considerações finais

Conforme vimos, a Residência Multiprofissional em Saúde Mental oportuniza experiências em diversos serviços diferentes, promovendo o crescimento profissional, agregando conhecimento e prática, enquanto há uma verdadeira imersão do residente na sua área de atuação, com dedicação exclusiva ao programa.  Dessa forma, a especialização a partir da residência se mostra como estratégia necessária para o aprimoramento dos serviços ofertados no SUS, considerando a construção de uma sólida base teórica e prática por parte do residente, que posteriormente poderá se inserir nesse contexto, contribuindo com sua práxis construída na residência em saúde. A carga horária semanal, perfazendo um montante de sessenta horas, condiciona o residente ao contexto de sua especialização, oportunizando vivências ímpares em seu processo de desenvolvimento profissional e, em última análise, pessoal, visto que envolve processos de trocas, escuta, acolhimento e desenvolvimento.

Orientamos esse trabalho a partir da atuação no CAPS-AD, um serviço de portas-abertas e de cuidado em liberdade para pessoas que fazem o uso problemático de álcool e outras drogas. Entendemos que o financiamento atual da RAPS (Rede de Atenção Psicossocial)se mostra insuficiente para a demanda em saúde mental, e se faz necessário a construção de práticas profissionais em consonância com as diretrizes da reforma psiquiátrica e os princípios do SUS, promovendo um cuidado que vai ao encontro das demandas de cada usuário do serviço. Isto posto, entendemos que a construção do Projeto Terapêutico Singular (PTS), não pode se constituir enquanto um instrumento padrão para todas as pessoas atendidas na saúde mental, mas que considere as diferenças e singularidades de cada caso e, a partir dessa análise, construa-se um cuidado voltado para as demandas e necessidades dos usuários.

Resta destacar as importantes práticas promovidas pela equipe do serviço, que consideram o cuidado em liberdade como potencial promotora de mudanças positivas na existência de cada sujeito. Na medida em que se toma como embasamento da prática um cuidado verdadeiramente antimanicomial não podemos restringir o cuidado ao espaço delimitado do CAPS-AD,  mas sim construir estratégias a partir do território dos indivíduos, considerando suas fragilidades e vulnerabilidades, mas também sua potência e fatores de proteção. Apenas assim conseguiremos avançar em nossos esforços de uma luta antimanicomial, embasando nosso fazer em princípios humanos e do cuidado em liberdade

O constante desinvestimento na Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), o crescente investimento de verba pública nas instituições que funcionam a partir da lógica manicomial, bem como a contrarreforma psiquiátrica, tem trazido um sem número de tensionamentos na área da saúde mental. Dessa forma, parece necessário que nós, enquanto profissionais da área da saúde pautados no compromisso ético do cuidado em liberdade, lutemos constantemente contra a lógica do aprisionamento, que já se mostrou promotora de aviltamentos contra a dignidade humana e de sofrimento psíquico.

Conforme vimos, existem muitos desafios a enfrentar, mas tendo por certo os preceitos que norteiam nossa práxis, isto é, o cuidado antimanicomial, voltado às demandas e necessidades de cada usuário, e construído junto a este, poderemos, a cada vez, nos valer de ações verdadeiramente satisfatórias e éticas, na lida com o cuidado das pessoas que atendemos, que demandam um olhar atento para o que se desvela em sua existência única e singular, sempre em contato com os-outros, nesse mundo fático que é o dela.

Referências

Amarante, P. (2007). Saúde mental e atenção psicossocial. Rio de Janeiro, RJ: Editora Fiocruz.

Aun, H. A., & Morato, H. T. P. (2009). Atenção psicológica em instituição: Plantão Psicológico como cartografia clínica. In H. T. P. Morato, C. L. B. T. Barreto, & A. P. Nunes (Coords.) Aconselhamento psicológico numa perspectiva fenomenológica existencial: uma introdução (pp. 121-138) Rio de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan.

Brasil. (2001). Lei nº 10.216, de 6 de abril de 2001. Dispõe sobre a proteção e os direitos das pessoas portadoras de transtornos mentais e redireciona o modelo assistencial em saúde mental. Brasília, DF. Diário Oficial da União. Recuperado de http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/leis_2001/l10216.htm.

Brasil. Ministério da Saúde (1992). Portaria SAS/MS nº 224 de 29 de janeiro de 1992. Recuperado de https://www.saude.mg.gov.br/images/documentos/Portaria_224.pdf.

Brasil. Ministério da Saúde (2002). Portaria nº 336, de 19 de fevereiro de 2002. Recuperado de https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2002/prt0336_19_02_2002.html.

Brasil. Ministério da Saúde (2007). Clínica ampliada, equipe de referência e projeto terapêutico singular (2a ed.). Brasília, DF: Ministério da Saúde . Recuperado de https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/clinica_ampliada_2ed.pdf.

Brasil. Ministério da Saúde. (2017). Portaria de Consolidação nº 3, de 28 de setembro de 2017. Consolidação das normas sobre as redes do Sistema Único de Saúde. Recuperado de https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2017/prc0003_03_10_2017.html.

Casanova, I. A., Batista, N. A. & Ruiz-Moreno, L. (2015). Formação para o trabalho em equipe na residência multiprofissional em saúde. ABCS Health Sciences, 40(3), 229-233. doi: https://doi.org/10.7322/abcshs.v40i3.800.

Cheade, M. F. M, Frota, O. P., Loureiro, M. D. R., & Quintanilha, A. C. F. (2013). Residência multiprofissional em saúde: a busca pela integralidade. Cogitare Enfermagem, 18(3), 592-595. Recuperado de https://revistas.ufpr.br/cogitare/article/view/46360/27850

Chiaverini, D. H. (org.). (2011) Guia Prático de Matriciamento em Saúde Mental. Brasília: DF: Ministério da Saúde. Recuperado de https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/guia_pratico_matriciamento_saudemental.pdf

Conselho Federal de Psicologia. (2013). Referências Técnicas para Atuação de Psicólogas(os) no CAPS – Centro de Atenção Psicossocial. Brasília, DF: CFP. Recuperado de https://site.cfp.org.br/wp-content/uploads/2013/11/CAPS_05.07.pdf.

Conselho Federal de Psicologia. (2019). Referências técnicas para atuação de psicólogas(os) em políticas públicas de álcool e outras drogas – Edição Revisada (2a ed.). Brasília, DF: CFP. Recuperado de http://crepop.pol.org.br/wp-content/uploads/2019/09/AlcooleOutrasDrogas_web-FINAL.pdf.

Flor, T. B. M., Cirilo, E. T. C., Lima, R. R. T., Souza, P. H. S., Noro, L. R. A. (2022). Formação na Residência Multiprofissional em Atenção Básica: revisão sistemática da literatura. Ciência & Saúde Coletiva, 27(3), 921-936. doi https://doi.org/10.1590/1413-81232022273.04092021.

Gerhardt, T. E.; Silveira, D. T. (Orgs.). (2009). Métodos de pesquisa. Porto Alegre, RS: Editora da UFRGS.

Lei nº 11.129. (2005, 30 de junho). Institui o Programa Nacional de Inclusão de Jovens – ProJovem; cria o Conselho Nacional da Juventude – CNJ e a Secretaria Nacional de Juventude; altera as Leis nos 10.683, de 28 de maio de 2003, e 10.429, de 24 de abril de 2002; e dá outras providências. Recuperado de http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2005/lei/l11129.htm.

Portaria Interministerial MEC/MS nº 1.077. (2009, 12 de novembro). Dispõe sobre a Residência Multiprofissional em Saúde e a Residência em Área Profissional da Saúde, e institui o Programa Nacional de Bolsas para Residências Multiprofissionais e em Área Profissional da Saúde e a Comissão Nacional de Residência Multiprofissional em Saúde.. Recuperado de http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=15462-por-1077-12nov-2009&Itemid=30192.

Portaria Interministerial MEC/MS nº 1.224. (2012, 3 de outubro). Altera a Portaria Interministerial nº 1.077, de 12 de novembro de 2009, e a Portaria Interministerial nº 1.320, de 11 de novembro de 2010, que dispõem sobre a Comissão Nacional de Residência Multiprofissional em Saúde – CNRMS. Recuperado de http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=15430-port-inter-n1224-3out-2012&Itemid=30192.

Saraceno, B. (2016). Reabilitação psicossocial: uma estratégia para a passagem do milênio. In A. M. F. Pitta (Org.). Reabilitação psicossocial no Brasil (4a ed., pp. 19-26). São Paulo: Hucitec.

Silva, E. L., & Menezes, E. M. (2005). Metodologia da pesquisa e elaboração de dissertação. (4a ed.). Florianópolis: UFSC. Recuperado de https://tccbiblio.paginas.ufsc.br/files/2010/09/024_Metodologia_de_pesquisa_e_elaboracao_de_teses_e_dissertacoes1.pdf.

Como citar esse texto

APA – Rosa, W. O. (2022). Inserção do psicólogo no CAPS-AD a partir da residência multiprofissional: relato de experiência. CadernoS de PsicologiaS, 3. Recuperado de https://cadernosdepsicologias.crppr.org.br/insercao-do-psicologo-no-caps-ad-a-partir-da-residencia-multiprofissional-relato-de-experiencia/

ABNT – ROSA, W. Inserção do psicólogo no CAPS-AD a partir da residência multiprofissional: relato de experiência. CadernoS de PsicologiaS, Curitiba, n. 3, 2022. Disponível em https://cadernosdepsicologias.crppr.org.br/insercao-do-psicologo-no-caps-ad-a-partir-da-residencia-multiprofissional-relato-de-experiencia/. Acesso em __/__/___.